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30 maio 2010

A verdadeira arte de escrever num jornal diário

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Você deve estar se perguntando se esse título que acabou de ler tem alguma semelhança com algum livro. E era justamente este caminho que eu queria que meu leitor chegasse. Mas não vou fazer nenhum paralelo com as palavras de Ricardo Noblat, e sim tentar entender e refletir esta verdadeira arte.

A arte, no seu sentido genérico, é uma criação humana que sintetiza emoções e as aborda com valores estéticos, que são infinitos. Este conceito é compreendido de maneira automática nas artes plásticas, no teatro, no cinema e fotografia. Porém, como que este conceito pode caber em uma maneira de fazer jornalismo, que já foi há muito tempo comparado com uma maneira diferente de fazer literatura,  sem se desligar da ideia de valores estéticos e da sintetização das emoções?

Para começar, o jornalismo impresso, mais do que qualquer outra área do jornalismo, se encaixa perfeitamente quando o assunto é sintetizar emoções. A correria do dia-a-dia, os acontecimentos chegando quentes na redação lota os textos dos repórteres da redação deixam transparecer toda essa carga de sentimento e emoção que chega no jornal todos os dias. O jornalista que procura apurar matérias de forma que o cidadão compreenda o que aconteceu e de que forma aconteceu naquele determinado momento, e a partir deste acontecimento raciocine para poder construir o ponto de vista e a crítica em cima daquele trecho da vida real.

A partir de hoje, deixe-se levar por este sentimento, ou a falta dele, que estão nas matérias dos jornais e saboreie a arte do jornal diário. Você consegue fazer esta sintonia? Deixo a pergunta vaga ao leitor. 

18 maio 2010

O "Certo" Talvez não seja realmente Certo

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Eu tinha outro assunto para postar hoje, porém uma amiga minha pediu um post que talvez pudesse ajudá-la. Espero que o post talvez a ajude): (não, não espero não), mas de qualquer forma é interessante do mesmo jeito e vale a pena.

Uma das coisas que muito me incomoda em algumas pessoas, é como elas se preocupam em julgar o próximo. Mas o que me deixa realmente incomodado é que muitas o fazem, com base apenas em seu ponto de vista, sem ao menos tentar ver as coisas de um outro ângulo (Se ao menos tentassem, mas não tentam).
Todo mundo já julgou ou vai julgar alguém um dia, assim como todos seremos julgados, porque isso é natural. Porém quero destacar aqui aquelas pessoas que julgam o que é certo e errado.

Nem sempre o certo é a decisão correta a ser tomada. Muitas vezes fazer o certo não faz com que sejamos felizes. Podemos estar fazendo algo errado, mas que vemos como certo. E muitas vezes acabamos presos nesses conceitos que consideramos algo inquestionável e inabalável. E isso muita vezes torna-nos infelizes, pois temos em mente que a única coisa que realmente importa é agir de forma correta.
Quantas vezes não presenciamos alguém que é infeliz, mas que se diz certa da forma em que age, porém será que é certo ser infeliz? Uma das coisas que aprendemos no decorrer dos anos é criar nossas próprias conclusões, opiniões e ideologia, porem muitas vezes esquecemos de nos questionar sobre isso, e de corrigirem suas opiniões se estiverem erradas.

Chegando ao ponto do chave assunto, existe uma pergunta fundamental sobre: O que é certo e o que é errado?
Para definição do que é certo, estabelecemos conceitos, na verdade estabelecemos referencias, de alguém ou para alguém. É nesse momento que surge outra pergunta de extremo valor: Quem impõe esses conceitos do certo?
A resposta é bem simples, os conceitos sobre o que é certo se referem a quem está no centro do poder, no comando; então muito dessas ideologias podem não ser assim tão certa.
Para definição de errado, simplesmente comparamos as atitudes da pessoa e caso não se encaixem nos padrões pré-estabelecidos, tal pessoa estará errada, simples, é só sair comparando as pessoas COMO SE FOSSEMOS TODOS IGUAIS.

Refletir o que cada pessoa pensa é uma tarefa muito complexa, porém isso pode ajudar e muito o rumo de uma conversa, conselho, discussão, argumentação, decisão, o que for. É necessário que você defina o que é certo ou errado e principalmente entender que não existem verdades inquestionáveis, ou seja, as vezes o que você define como certo, pode não ser assim tão certo. Tenha consciência que isso é uma coisa multilateral. Tente sempre estar disposto a entender e muitas deixar de lado a questão de certo e errado.

Quanto mais pensamos nisso, mais percebemos que essas definições são completamente relativas. Estar certo ou errado é apenas uma questão de referencial e de tempo. Algo que pode ser errado para você, pode ser certo para mim e vice e versa, ou então até o que podia parecer errôneo para mim ontem, pode ser certo hoje, e amanha voltar a ser errado. Com o tempo tudo isso começa a se tornar natural, e começa a ser apenas uma questão de aceitação. Definir o que é certo e errado para você, parece uma tarefa trabalhosa e de fato é, porém é extremamente necessária para um bem estar.


Porém sem autoconhecimento é impossível ter consciência que definimos como certo e errado, e acabamos nos adaptando ao certo e errado de outras pessoas. Porém temos que fazer isso individualmente, você pode ter uma certa ajuda aqui ou ali talvez, é você que definirá seus princípios. Lembre-se que a viver é o mesmo que aprender tente conhecer a verdade e se seus princípios estão realmente certos. Tente sempre rever os conceitos que lhe foram passados por amigos, família, sociedade, religião e pela mídia. O certo mesmo é ser feliz e se sentir bem.


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